Alexsander Carvalho, ou Costelinha, como é conhecido, iniciou nas artes marciais, aos 12 anos, pelas razões erradas, tendo como único intuito brigar nas ruas. Na época, além das confusões também fazia uso de substâncias ilícitas. Quando sua mãe, dona Nilza Gomes, ficou ciente da situação enxergou no esporte um meio de colocá-lo num novo caminho: o da superação. “Como eu sempre quis aprender muaythai, ela usou disso para me tirar daquele mundo, e passei a me dedicar aos treinos”.
As primeiras experiências de Costelinha nos ringues não ocorreram como esperado, mas o representante da equipe paulista Sagat Thai seguiu se superando dia após dia, até que no terceiro combate obteve a tão sonhada vitória. Hoje, ele contempla no cartel 39 lutas, 27 vitórias e 12 derrotas.
Entre os duelos que mais marcaram a carreira do atleta, em 25 de novembro de 2017, Costelinha travou, ao lado de 
Como a maioria dos atletas do País, o lutador se desdobra entre treinos e aulas para viver, ou melhor, sobreviver do esporte. “Hoje não vivo das competições, minha renda fixa provém das aulas. Tenho uma carga horária média de seis horas de treinos para as lutas e quatro horas dedicadas as aulas. Não é fácil, mas consigo viver do muaythai”.
Costelinha mantém uma rotina intensa para a seletiva, seguindo a filosofia do seu treinador, Wagner Sagat, que afirma “se os treinamentos forem duros, a luta será fácil”.
“O que podem esperar de mim é simplesmente um show. Quem me conhece sabe, quando estou no ringue não proporciono menos do que guerra e não será diferente. Vou tirar qualquer um que colocarem no meu caminho”.















