Após conversarmos com a Sheila Scharlau na primeira parte da matéria, queríamos saber o que realmente aconteceu no mundial da WMO. Uma atleta indiana foi desclassificada por entrar no ringue pelo meio das cordas. Lara Cordeiro, da Boxe Thai – Floripa, participou como árbitra do evento e presenciou a desclassificação e nos relata como foi.
Além do relato de Lara, conversamos com a Prisciliana Maciel, da Nak La Muaythai e com a Tainã Ursa, da 013 Muaythai e elas nos contaram sobre suas temporadas na Tailândia e se sofreram algum tipo de discriminação dentro do esporte.
Confira:
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Eu acredito que, desde que não faltemos com respeito com uma cultura e uma tradição, cabe sim à equipe e atleta decidirem como ela entrará no ringue. Nós sabemos que o mongkon tem de entrar no ringue por cima das cordas. A atleta já está de mongkon ao chegar no ringue? Passa por cima! A está sem mongkon? Então ela escolhe, se quer entrar no ringue por baixo da corda ou por entre elas. Na minha opinião, pode entrar pelo meio das cordas, desde que não esteja com o mongkon na cabeça.
E tu, que é praticante de muaythai, atleta, treinador: qual a tua opinião?
O importante, como disse o Tiago Simão durante a matéria, é derrubarmos mitos infundados e conhecermos cada vez mais a cultura e as tradições dos tailandeses para que possamos aprender o esporte como um todo!
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